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Mostrando postagens de Janeiro, 2010

Nós vamos estar salvando sua vida...

Algumas postagens mais engraçadas desse blog, são os relatos de minhas aflições com os atendimentos de telemarketing.
As pessoas costumam dizer que eu levo tudo a ferro e fogo, que deveria relaxar mais, deixar as coisas passar.
Por conta do grande número de gente zen, que releva os revezes da vida, os absurdos vão aumentando. Aumentaram tanto que Sergipe resolveu passar o atendimento do 190, o número de atendimento de emergência, para o atendimento ineficaz, estúpido e irritante do telemarketing. A medida foi anunciada com pompa, com a criação de sei lá quantos empregos no Estado e omissão de quanto dinheiro rolou para dispensar os policiais que antes faziam esse serviço para contratar empresas privadas.
O diálogo a seguir, apesar de ser tão absurdo quanto aqueles que eu travei com as atendentes da OI, SKY, TAM, Submarino, NET e Saraiva, não tem nada de engraçado, por se tratar de um serviço de emergência. A ligação partiu de um depósito de bebidas. Um comerciante aflito falava:

Vítima - …

Educação para o lar

- Mãe! No ônibus tem que falar baixinho?
Antes que eu pudesse sequer pensar num "sim, claro, para não incomodar as outras pessoas", a mãe respondeu:
- Não. Pode falar normal.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!! -gritou o provável futuro hóspede de instituição correicional, desencaminhado pela inconsequente que acha que maternidade é um paraíso idílico onde todos nós temos que sofrer por ela.
Enquanto isso, do meu lado, uma mãe dá o mingau a uma criança cujas pernas avançam sobre mim.
Porque eu tenho que ficar desconfortável pelos filhos alheios? Eu não sou pai, tio, padrinho ou sequer conhecido dessa criança. Não vejo o menor gesto humanitário em ficar espremido pra ele ter mais espaço. A mãe deveria ajeita-lo melhor ou, caso isso fosse impossível, comprar duas passagens para acomoda-lo satisfatoriamente.
Contar com a paciência alheia é que não dá.
A minha tá quase acabando.


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Sigo Adiante: Só quem viu entente.

Sigo Adiante: Só quem viu entente.

Reciclando as postagens... essa é de 2007!

MÃE MENININHA

Vale sempre a pena ver de novo. Vídeo de Fevereiro de 2007

O cônsul reza pelo Haiti... só não pensa no Haiti!

Já que a Globo acha mais importante fazer campanha pra enfiar Ronaldinho Gaúcho na seleção, o jeito é a gente saber que o Brasil e o mundo estão em outras telas também.
Diante da tragédia do Haiti, o cônsul de lá deu uma demonstração de racismo, intolerância religiosa e falta de humanidade. Além de dizer que a desgraça do Haite é bom pra eles aqui no Brasil, porque ficam conhecidos, disse que onde tem afrinado tá tudo fudido (estou usando linguagem diplomática, de cônsul) e que o terremoto deve ser resultado de os haitianos mexerem com macumba.

Depois, as desculpas.

A considerar pelas desculpas esfarrapadas, chego a conclusão de que o Haiti é aqui.

Pasmo

Acabo de descobrir que a menina que quer casar-se numa noite de luar ou numa manhã de um domingo à beira-mar não é Ana Carolina.


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Tradicionalmente

Diante de manifestação contrária à utilização dos jegues puxando carroça na Lavagem do Bonfim, pois há claros sinais de maus tratos aos animais, alguém logo protestou que isso fere a tradição.
Não custa lembrar que a proibição de jogar bebês defeituosos do penhasco, apedrejar adúlteras e queimar na fogueira quem faz chazinho pra aliviar dor de estômago também significou quebra de tradição em alguma época.
Mas não dá pra querer muito da sociedade onde a maior discussão sobre direitos humanos versa sobre ver um beijo gay na novela das oito.
Querer que o brasileiro pense na dor que infringe a outros seres, que nem são da sua espécie, é um pouco demais.
É o mesmo que pedir ao senhor de engenho pra entender a dor do negro, ou prum nazista se condoer com os judeus.
Ah! E pra quem achar a comparação ofensiva, escravistas e Hitler também achava que suas vítimas eram compostas de matérias e almas inferiores às suas e, por isso, não havia nada demais em infligir-lhes dor.


Pelo celular: Djaman Barbosa…

Mais uma de loja.

Contrariando meu próprio conselho, resolvi comprar uma TV de LCD numa loja física, ao invés de comprar pela internet.
É que como a TV era pra Feira, eu não tinha como receber no trabalho, e em casa nunca fica ninguém.
Alias, não sei porque os serviços de entrega não agendam de forma eficaz a entrega dos produtos.
No meu caso, eu sempre peço pra ligar que, em 5 minutos, eu estou em casa pra receber. Mas eles sempre vão sem avisar. Retornam. E depois marcam prum horário em que não aparecem.
Assim resolvi comprar na Insinuante. Disse com todas as forcas que não compraria na Ricardo Eletro, já que essa costuma entregar aparelhos com defeito e depois não troca.
Era pra ser uma TV de 26", mas acabou sendo uma de 32", porque tava em promoção.
Sim, tinha TV AOC mais barata, mas eu confiava mais numa Samsung. Ênfase no CONFIAVA.
Paguei uma grana pelo suporte, mais pela instalação e economizei o frete levando eu mesmo o aparelho.
Liguei e a imagem tava ótima. Liguei o DVD e o decodific…

Fundo do poço tem ralo?

Quando você pensa que não poderia ter nada pior que um ex-big brother, a Globo lança o re-big brother.
Gente que não foi adiante em alguma edição do programa e, pelo visto, na vida também, não.
A mediocridade impera.

"Quando os idiotas se deram conta de sua superioridade numérica, passaram a dominar o mundo"- Nelson Rodrigues.

Compreendendo

Acho que começo a entender como são definidas as paradas dessa linha. Ser vivo + beira da estrada + qualquer movimento = ônibus pára.


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Continuando

Quarta parada. 11h24min. Sobe 1 mulher.


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Acompanhando...

11h20min. Terceira parada. A crente sai. Eu me livro do folheto. Espero ter sinal para essa postagem.


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Oh! Dia! Oh! Azar!

Fui comprar passagem pra Salvador e só tinha executivo para as 14h00min. Contrariando todas as minhas crenças, comprei o comercial das 10h50min.
15 minutos desde que saímos e uma parada para embarque depois, e eu ainda continuo na área urbana de Feira de Santana.
Agora uma crente me entrega um "folheto da Palavra de Deus" bem quando fazemos a segunda parada. Dei uma rápida olhada, mas acho que no folheto não tem o horário que chegarei em Salvador. Nem Deus sabe!



Rap Curitibano

Atenção, mulher!
Se você tem marido, namorado, caso, rolo e está feliz com seu relacionamento, não veja esse vídeo. Você corre sério risco de se apaixonar seriamente por esse cara irresistível de Curitiba, que além de fisicamente ser uma mistura de Kléber Bambam com Fafá de Belém, ainda tem o talento musical de Dado Dolabella e Tiririca.

No timeline 1:57, o cameraman diz: "Agora nosso negócio é só mulher"! E no 2:56: "Os caras ficam brabinhos por trás de ti".
Ahhhhhh, então é um vídeo comemorativo da mudança de opção sexual? Tá explicado o amadorismo na arte da conquista feminina!

Babaca News!

Nesse vídeo, uma garota vai fundo, mas no final diz: "Ardeu muito! Ai, ardeu! ardeu!"
Esse vídeo, que está sendo chamado de drenagem linfática express, é proibido para menores e maiores que imitam qualquer idiotice.

Marcas do que se foi?

Podem me chamar de agourento, mas costumo seguir minhas cismas no que diz respeito a minha segurança.
Quando nos sentamos na praia para esperar a queima de fogos no Morro de Sao Paulo, eu achei que a balsa dos fogos estava muito proxima da praia. Ponderei com Beto que se algum morteiro falhasse, poderia atingir as pessoas. Fomos então bem para trás.
Durante a queima, ainda fiquei apreensivo, pois os fogos estouravam bem sobre nossas cabeças. Muito próximo pro meu gosto.
Mas os fogos pararam e nada de mal aconteceu. Fomos ao mar jogar as rosas que D. Maria, dona da Pousada Caracol, tinha providenciado pros hospedes. Muitos entraram no mar.
Quando estávamos caminhando pela praia, um susto. Nova queima de fogos. Achei um absurdo aquele intervalo, pois muitas pessoas estavam perto da barca achando que tinha acabado.
De repente, o que eu temia aconteceu. Um morteiro partiu na horizontal em direção à praia atravessando a multidão. Uma pausa. Depois o estrondo.
Não demorou muito para sabermo…