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Mostrando postagens de Abril, 2012

Olé

Mais uma matéria sobre baianos que não conseguiram entrar na Espanha.
Nos relatos, as pessoas confundem maus tratos, com um tratamento não polido.
Uma disse que uma senhora diabética foi mal tratada. Essa senhora, ao ser entrevistada, disse que pedia para que deixassem ela entrar no país para ver a filha, porque estava com saudade e eles negaram. E o país tem obrigação de deixar entrar quem tem diabetes ou sente saudade?

Outra reclamou que os medicamentos dela foram recolhidos e, na hora dos remédios, eles traziam e ela só podia pegar a quantidade certa daquela hora.
E pra quê que ela queria ficar com todos os medicamentos? Iam tentar se suicidar?

Outra reclamação foi que eles teriam dito que "quem sentir dor de cabeça à noite nem adianta chamar que eles não trariam remédio". Duvido que a Espanha tenha regras específicas para dores de cabeça noturnas. Mais fácil imaginar que tenham dado um aviso, ainda que grosseiro, sobre o horário de funcionamento do setor que confiscou…

Me faça uma garapa!

Cada vez mais tenho vontade de repetir a frase do título, a qual ouvia de minha mãe desde o tempo em que eu não tinha idéia do que fosse uma garapa. Outras vieram depois, "me deixe", "se saia", "me poupe"... Mas "me faça uma garapa" ainda me parece muito adequada em certas ocasiões.
Ocasiões como quando percebo que virou lugar comum na internet (como se tudo na internet, pela facilidade com que é replicado, não fosse lugar comum), dizer que as pessoas são mais felizes no Facebook, no MSN, no Instagram do que na vida real.
Oh! Amigo, você acha? Parabéns, você acaba de descobrir que as pessoas mentem. Surpresa.
Desde que aprendeu a se comunicar, os homens contam as suas historias de forma fantasiada.
A realidade é vista, sentida e presenciada por todos. Ela é comum. Não precisamos compartilhá-la. Pelo menos não com todo mundo e não com tanto entusiasmo.
A realidade é o ascensorista me perguntando pra qual andar que eu vou, a realidade do Faceb…