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Mostrando postagens de Maio, 2013

Ninguém me explicou na escola, ninguém vai me responder

Não sou torcedor do Bahia e nem de nenhum time de futebol, por isso não sou contra nem a favor da saída de Marcelinho Guimarães do clube. Queria apenas comentar aqui o argumento usado por ele. Ele disse que não renunciaria porque sua eleição foi legítima, dentro da regularidade.  Esse argumento é muito semelhante ao usado por Marco Feliciano para não sair da Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, qual seja, a de que assumiu o cargo de forma legal e legítima. 
Num país em que a maioria da população não consegue interpretar perguntas para preencher formulários, os argumentos podem ser suficientes, e quem os usa sabe bem disso. 
Na verdade, mais do que aceitar, não são poucas as pessoas que usam esse mesmo tipo de raciocínio, que não tem qualquer relação com o tema, para justificar suas respostas e convicções. 
Vejamos: se Marcelinho e Marco tivessem sido eleitos de forma ilegal ou fraudulenta, ninguém precisaria pedir suas renúncias, bastava exigir que saíssem …

Vamos Sorrir e Cantar

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Que Sílvio Santos usou sua experiência como camelô para construir os empreendimentos que tem hoje, ninguém duvida. Seu jeito de agir e administrar, para o bem e para o mal, vem dessa vivência das ruas.
Mas o homem do baú ainda surpreende depois de anos.

Aproveitei a licença médica e resolvi refazer um LP que eu tinha nos anos 80: O Melhor do Oscar - Volume 2. Foi produzido pelo SBT e possuía várias músicas indicadas (não necessariamente ganhadoras, eu acho) ao Oscar.

Aproveitei e decidi procurar as faixas da série toda.

Consegui verificar que eram 5 ao todo. Deu trabalho localizar capas onde eu pudesse confirmar a seleção de cada LP, pois às vezes algumas pessoas na internet simplesmente mencionam que tinha o disco e fazem a seleção de memória. Além disso, nos discos não trazia o nome de quem cantava e tive que pesquisar no IMDB a trilha dos filmes para ver qual versão eu deveria pegar.

Mas o que mais me intrigou foi que dessa série lançada pelo SBT, nos anos 80, eu só achava disponíve…

Aqui tudo pirou

O juiz que anulou adoções fraudulentas na Bahia foi afastado.
O juiz que condena poderosos em Santa Catarina é afastado e obrigado a fazer um exame psiquiátrico.
O pior é que as acusações são criadas, divulgadas e as pessoas passam a crer no que está sendo dito, apesar de não haver provas, evidências, nada.
E mesmo que daqui a meses esses juízes sejam inocentados dessas acusações, nada vai apagar a desconfiança da mente das pessoas que já ouviram a história.
É assim que o sistema age contra quem se mete a expor suas mazelas.
Por experiência própria, sei dos riscos e represálias que sofrem quem resolve afastar uma erva daninha dessas do serviço público.
Pessoas com pose de pobras, moralistas e legalistas levantaram uma campanha contra mim, de forma espalhafatosa, veemente e com um rigor tão grande, após eu ter denunciado um crime.
O crime? A muito custo, e ao que parece a contra-gosto, foi investigado. Mas sem alarde. Foi comprovado, mas não divulgado. Punição? Não houve.
Minh…

Ora, caxirola

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Não, esse post não vai falar do embuste inventado pelo "cacique" do Candeal que inventou aquilo que já existe.

Na verdade, vou comentar sobre esse gênio do fazer pronto, porque um amigo ficou chocado ao perceber que uma música que ele atribuía ao músico, já existia.

Vamos no passo a passo. Primeiro o site da Timbalada, onde Carlinhos Brown declara suas composições no CD:

Agora, a tal música Ashansu:
Agora a música do Tincoãs, em um LP gravado em 1973:

Pois é. Fora o arranjo diferente, qual a contribuição de Brown que lhe dê direito a dizer que é sua a "composição", como ele alega ali no site? Olhei a capa do disco que tenho "El Milagro del Candeal" e não há créditos a mais ninugém que nãop seja Brown. Na época da gravação dos Tincoãs, Browen tinha 11 anos e em toda sua referência, só encontrei que sua carreira musical começou em 1979.
Não que seja a primeira vez que os Tincoãs são regravados sem as devidas referências, alguém lembra dessa?