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Mais, muito mais em malvados .

Acabou?

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Tivesse essa cidade um governante, eu não teria mais como postar com esse marcador, afinal o carnaval acabou no mundo civilizado. Como até hoje tem Chiclete com Banana na rua, eu ainda tenho tempo pra falar sobre meu último dia de carnaval, na terça-feira. Fomos pro Camarote Expresso 2222 com a intenção de sair de lá mais tarde e seguir o trio. Mas depois de entrar naquele mundo desconhecido e maravilhoso, quem quis sair? Podem falar que camarote é isso e aquilo, mas ruim, não é. Um ambiente com ar condicionado, bebida e comida em abundância, pista de dança, sessão de massagem, serviço de cabelereiro e customização de camiseta, gente famosa pra lá e pra cá, internet gartuita e... ah, sim, na varanda tinha carnaval. Podíamos ver os artistas dos trios de perto e não da distância que aqueles que pagam até R$ 700,00, R$ 800,00 por um abadá normalmente vêem. O pensamento de que quem está em camarote não se diverte de verdade, não participa do carnaval, que camarote é sem graça, deve ser dis...

Webmaster quer banana!

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Dizem os entendidos em probabilidade que, considerando o tempo infinito, se colocarmos um macaco numa máquina de escrever, existe sim a propabilidade de ele acabar digitando uma obra literária. Bom, não se tem notícia de que alguém tivesse feito a experiência, nem que algum macaco tenha conseguido antes de morrer, mas tem uns webmaster que nos faz acreditar que deve ter símio diante do teclado. A Band publicou a seguinte pesquisa em seu site. Agora, vejam que surpresa, a maioria das pessoas que tinham acesso à internet, pra poder votar, respondeu "Em casa". O que será que aconteceu? Será que o folião, que obviamente leva seu notebook pra avenida, esqueceu de votar? Dãããããããã. Que pesquisa interessante, Band. Melhor que essa idiotice, é a "novidade" da Globo para o desfile das escolas de samba. Um aparelho diz como estão os batimentos cardíacos dos carnavalescos. Que informação importante, não? É o tipo da idiotice que a emissora faz porque tem a tecnologia pra fazer...

A minh'alma nua

Margareth Menezes fez discurso contra a discriminação durante o desfile d'Os Mascarados. Com apenas 40% dos abadás vendidos e um único dia de desfile, parece que a cantora de um repertório só começa a colher os frutos de suas palavras impensadas contra a comunidade gay. Se for isso mesmo, até que demorou. Há mais de dois anos que Margareth vem batendo na tecla que seu bloco não é gay, e que ela também não é mais... aliás, nunca foi. Uma "regeneração" retroativa. Margareth Menezes chegou até a casar com um espécime do gênero masculino. Um macho viril, segundo depoimentos, e quem o conhece de perto fique à vontade pra rir dessa descrição. Talvez como forma de se reabilitar, esse ano, além do discurso, Margareth obrigou todos os associados a usarem uma faixa de Miss. Tem coisa mais gay que isso? Eu soube que por lá passaram a Miss Ituaçu, a Miss Feira de Santana, a Miss Cidade Baixa e até uma Miss Itália. Mas boa parte das bichas saíram mesmo foi foi de Miss Keça, Margareth...

Ala-la-ô

Dançarina nua quer usar cachê para turbinar os seios A modelo Daniele Martins Santos, 20 anos, desfila em cima do carro de apoio do bloco Fissura/Pinel, no circuito Barra-Ondina, em Salvador, apenas com um tapa-sexo na parte frontal. O objetivo: colocar silicone nos seios com o cachê pelo trabalho, cujo valor ela não conta. "Com o dinheiro dá para fazer uma plástica. Quero colocar silicone nos seios", disse. Contratada como garota-propaganda de uma rede de óticas, ela dança com o desenho de um óculos pintado sobre os seios. É esperar pra ver se ano vem ela faz propaganda de binóculos.

Pipoca Loca - Frevo Novo

Sem dúvida, estar num bloco ou num camarote é muito divertido. Mas quem não tem grana, não deixa de se divertir por causa desse detalhe. Em cima de um trio independente, ou seja, aqueles que não recebem uma grana da zorra e são ignorados pelas redes de televisão, pude fazer imagem do povo se divertindo. Para acompanhar, nada melhor que a música Frevo Novo, de Caetano Veloso. Aqui, na voz de Netinho.

Laurinha

Laurinha resolveu arrriscar nesse carnaval. Saiu num trio sem cantar axé. Ousadia, ousadia. Claro que a aceitação não foi das melhores. Nem poderia ser, afinal toda novidade assusta. Simone Sampaio lançou seu Bloco Dance sob olhares desconfiados de muita gente, na Barra. Mas como era um bloco, já tinha um número de foliões seguindo o trio. Mesmo assim, muitos dos que iam ao seu show não compraram o abadá no primeiro ano, não acreditando que pudesse ser bom. Foi. No ano seguinte, muitos foliões deram o braço a torcer e o bloco saiu com muito mais gente. Na Praça Castro Alves, a Prefeitura deu espaço pra DJ's. O público torce o nariz... mas porque não é o público daquele estilo. Então, pergunta-se, porque o povo que gosta daquele tipo de música não vai pra Praça? Ora, porque é algo novo e as pessoas não sabiam que teria essa opção. Não dá pra querer que as pessoas adivinhem. O importante é que mantenham a proposta para as pessoas irem chegando. É assim com o novo. Particularmente, e...