CARAS a tapas.

Mais do que simples fofoca sobre celebridade, a notícia de que Dado Dolabella será pai pela terceira vez me faz pensar no tipo de mulher que se envolve com ela.
Problemas psicológicos, interesse em celebridades ou crença de que o amor transforma?
Dado Dolabella agrediu Luana Piovani e tem uma medida restritiva pra manter distância dela. Ainda que a polícia tenha transformado isso em piada e ele viva descumprindo a medida, o fato é que o rapaz tem um histórico de violência. A segunda mulher dele, a princípio, desdenhou do fato, talvez por Luana Piovani não ser exatamente um exemplo de simpatia, e teceu altos elogios ao pai do filho dela, até ser agredida também e pedir uma medida restritiva. Isso deveria soar um alerta em outras mulheres que se envolvessem com o cara.
Mas agora fica a pergunta: será que o Estado deve despender recursos para defender Juliana Wolter de um possível ataque de Dado Dolabella? O histórico de violência dele está mais do que comprovado. Ela se envolveu com ele de livre e espontânea vontade, por que a sociedade terá que arcar com os custos da estupidez dela?
Faço sempre, nesses casos, a analogia com as seguradoras que não cobrem situações em que a própria pessoa se coloca em riscos desnecessários. No meu entender, é assim que o Estado deveria agir. A delegacia da mulher, ao receber Juliana Wolter deveria indicar onde era a farmácia mais próxima e aconselhá-la a comprar Maravilha Curativa do Dr. Humprheys. E só. A juíza deveria condená-la a trabalhos sociais com mulheres vítimas de violência e tomar a guarda desse filho. E só.
Não tenho a menor pena de gente burra.
Mas pode ser que eu esteja enganado, e Dado Dolabella tenha se transformado num homem decente e será um ótimo marido. Vamos aguardar.

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