Casa da Mãe

Ontem, atendendo a um convite de Karol Senna, fui à Casa da Mãe, no Rio Vermelho, onde ocorreu a leitura e o lançamento do livro “Sexo Oral Feminino: Dicas importantes para quem gosta de mulheres”, do professor Acúrsio Esteves. Inteligentemente, o prato da noite era língua apimentada.
Como o convite não informava o horário, cheguei por volta das 21:30, achando que seria um bom horário para começar alguma coisa. Ocorre que estou no meu fuso horário de recesso e férias e esqueci que o resto do mundo está trabalhando, portanto, quando cheguei lá não havia mais mesas e o evento já tinha começado.
Sem possibilidade de sentar, jantar e apreciar a leitura, decidi ir pra outro local. O problema é que eu tinha marcado de me encontrar com Beto lá e, com a pane da OI, tive que esperar ele chegar para informar que não ia ficar, pois não tinha celular para avisar.  Parecia que eu vivia no tempo das cavernas!
Mas valeu ter ficado. O rapaz que fazia a leitura era ex-namorado de uma amiga, mas não me reconheceu. Ele era, na verdade, músico da banda que se apresentava e lia entre uma música e outra. 
A leitura foi boa. O rapaz sabia ler, o que já é raro nos dias de hoje. E não só lia certo, como lia bem. Achei que faltou um pouco de dramaticidade na leitura, mas o rapaz não é ator, fazer o quê?
Quando Beto chegou, depois das 23h, eu avisei que iria jantar em outro lugar, porque esse esquema de ficar em pé em lugar cheio não estava no meu programa daquela noite.
Mas ficou a vontade de voltar na Casa da Mãe, na próxima terça. Dessa vez, mais cedo.

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