Quem se salva nessa brasa.

A Globo, através da Revista Época e do site G1, continua sua cruzada para demonstrar que Tiririca não é alfabetizado e, portanto, inelegível. Entre outras coisas, procurou uma ex-professora, hoje com 78 anos, que disse não se lembrar dele. Que prova, não?
Papel da imprensa, sem dúvida. Além de prestar um serviço à população. Afinal, afasta um "perigo" às insituições democráticas que é esse deputado despreparado.
Mas o pau que dá em Francisco Everardo não é o mesmo que dá em Joaquim Roriz.
Sucesso no Youtube por suas respostas atrapalhadas e pelo seu evidente despreparo, Weslian Roriz não recebe da imprensa o mesmo tratamento jocoso que o palhaço de Itapipoca. À exceção do CQC, o noticiário finge não ouvir a 2ª candidata mais votada ao governo de Brasília dizer que quer "defender toda aquela corrupção". Fecham os olhos para o fenômeno que virou hit de tão ridículo, mas chegou ao segundo turno.


No caso do palhaço, ainda fica a dúvida, se Francisco Everardo e tantos outros analfabetos do país podem votar, porque não podem ser eleitos? O fato de não saber ler não impediu Tiririca e outros tantos de fazerem bons contratos, de negociar. Se o medo é que o deputado assine coisas sem ler, o que impede que um deputado alfabetizado faça o mesmo?



No mais, é preconceito.

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