Santa Vanusa!

O que é o que é que tem embaixo da batina do padre? A adivinhação, mais antiga que minha avó, agora foi revelada para o país todo.
Depois de uma eucaristia pra lá de turbinada, em que misturou vinho com antidepressivos, o padre Sílvio Andrei dirigiu embriagado, pelado, tentou arranjar um novo coroinha para paróquia ("A polícia foi chamada por um adolescente que disse ter sido sofrido assédio do sacerdote") e ainda tentou distribuir parte dos dízimos com os pobres policiais ("O comandante disse ainda que o padre teria oferecido dinheiro aos policiais").
Os policiais ainda encontraram no carro do santo homem uma garrafa de água benta que passarinho não bebe ("No carro do padre, os policiais encontraram uma garrafa de água mineral cheia de cachaça").
O advogado do padre, cheio de convicção ("A justificativa seria ele estar (sic) num estado emocional muito grande..."), tenta rebater as acusações e acusa a polícia por ter divulgado fotos do padre de cuecas. Tá certo, tá certo. Se quisesse se exibir de cuecas, o padre teria vestido uma. Aliás, a tese da defesa é que Silvio Andrei tirou a batina porque vomitou nela, e por isso estava nu. De quem era, então, a cueca com que o padre foi fotografado?! Emprestada na delegacia?!
O importante de tudo isso é a lição de cidadania que o padre dá, mesmo estando errado. Ao ser abordado pelos policiais, dirigindo alcoolizado, o reverendo não se fez de rogado e se ofereceu logo para soprar no bafômetro do policial. O resto, é a mente maldosa dessa gente impiedosa.

Erguei as mãos!

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