Meu mulato izoneiro

Quem quiser que cante o jeito brasileiro em seus versos, eu só consigo ficar perplexo com as coisas que presencio.
Sábado cheguei em casa e me surpreendi com um carro atravessado em duas vagas do prédio, sendo que uma era a minha.
Eu não tenho carro, mas Alexandre, que está dividindo o apartamento de Feira comigo, tem.
Ele está viajando e não tenho idéia de quando ele retorna, mas se fosse no sábado, o carro teria que ficar do lado de fora.
No domingo o carro tinha desaparecido, mas hoje de manhã ele retornou.
O dono é o novo inquilino do prédio e quando eu fui falar com ele sobre a vaga, ele me perguntou se eu iria utilizar?
Ora. A vaga é minha. Eu pago por ela. Se eu utilizo ou não é um problema meu. Não dá direito ao sujeito colocar o carro lá sem pedir.
Eu respirei fundo e disse que posso precisar a qualquer momento, portanto, ela tem que ficar desocupada.
O Brasil, samba que dá!


Pelo celular: Djaman Barbosa.

Comentários

  1. Acredite, aqui nesse interior onde moro é igual. Ou pior...
    Beijos

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Os comentários são moderados, mas não são censurados. Caso seu comentário não vá ser exibido, uma explicação será dada.

Postagens mais visitadas deste blog

Bate o sino, pequenino

A carne mais barata do mercado...

Respeito póstumo