Morro. Mas venho. Parte 2

Segundo dia. À noite. Aprendi a não clicar no botão send antes de terminar o post.
O dia foi muito estranho. Alguns poderiam pensar que foi a mistura de caipirinhas com cerveja, mas pra mim foi efeito de uma roda de samba em frente à Igreja principal. Os elementos místicos ali contidos fizeram um vendaval de sensações no meu juízo.
Após não irmos para Boipeba, não tomamos banho de argila e não conhecemos o banco de areia, apesar de promessa de que "não iríamos nos arrepender". E lá na praia ficamos, com Vitorio Emanuel se permitindo cair ao chão por causa de Alcione, até decidirmos voltar para almoçar.
Encontramos Ana, colega de trabalho, que do seu conforto nos cumprimentou, beijou e fotografou.
Aí as coisas ficaram mais confusas. No restaurante, o garçon nos serviu cantando, ou assim nos pareceu depois, essa estranha canção:
"Mas se é lontra
Não vou nem perguntar
É tão lontra
Vou servir sem pensar
E ele come e adora
Come até sem gostar.
Esse espaguete que me deu
É de tomate.
E eu não gosto.
Mas é tão lontra"
Saímos para ver o resto do morro. Alias, é um morro imenso. Um morrão, eu diria.
Subimos pro farol, pois Vitorio queria descer de tiroleza. Mas não trouxe os babados e desceu normal (ou o que consideramos normal no momento) mesmo. Viemos dormir e agora eu aguardo o momento de irmos pro rodízio de pizza.
Pronto: bati pa tu bater pa tu, pa tu bater. Pa amanhã, rapá não me dizer, que não bati pa tu.

Comentários

  1. Vc foi para qual Morro mesmo? De São Paulo ou prum morrão fumegante?
    Eu hein?

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