Morro... discutindo



Pra quem não entendeu as últimas postagens, feitas diretamente pelo iPhone sobre Morro de São Paulo, aqui vão algumas explicações para evitar comentários maliciosos e totalmente desprovidos de fundamento, como o feito por Aline, pessoa que eu sempre achei mais esperta do que a idade permitiria.
No meu primeiro dia no Morro fui arranhado por um gato de rua. Não sei se o gato tinha sido infectado por algum vírus ou inalado alguma substância estranha (nem tão estranha assim naquele local), mas certamente alguma coisa naquela zunhada combinada com sol quente e caipirosca resultaram numas postagens um tanto enigmáticas. Pra não dizer confusas.
Não posso decodificar tudo que está naquelas postagens, até porque não lembro de muitas delas, mas vou fazer algumas explicações sobre duas referências, que precisavam do conhecimento de uma conversa prévia.

- Paraíso ontológico. Ainda em Nazaré, Vitório falou que viajou pra certo lugar, no século passado, que era um verdadeiro paraíso e arrematou "ninguém lá aceitava cartão de crédito"! Eu disse que o conceito de paraíso dele era um pouco diferente do meu, pois pra mim um lugar que não aceita cartã de crédito seria um inferno. Ao chegarmos em Morro e antes de descobrir que lá não tinha Banco 24 Horas, que fez ele e Beto reverem seus conceitos eclesiásticos, Vitório suspirou: "Um paraíso..." E alguém, provavelmente ele mesmo, possivelmente Beto, mas definitivamente não eu, complementou, depois de uma pausa: "ontológico".

- Tiroleza. Quando perguntamos se Vitório iria descer de tiroleza (ou tirolesa, encontrei as duas grafias), ele nos olhou em silêncio por alguns segundos e depois disse, vacilante: "acho que não, porque eu não trouxe os babados". Enquanto a gente falava de uma descida amarrado num cabo de aço, na cabeça de Vitório ele imaginou que a gente sugeria que ele se vestisse como na imagem abaixo, para sair do hotel:
Feitas essas explicações, vejam fotos de meu feriadão no Morro de São Paulo clicando aqui

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