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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Proteção ao Consumidor

Nunca entendi porque não criam um cadastr nacional de proteção ao consumidor, como existe o do crédito. Acho que se o concumidor cadastra-se os maus serviços e produtos para que todos vissem, as empresas iam se preocupar em melhorar. Sei que tem sites que fazem isso, mas são muitos e pouco divulgados.
Claro que tem o fato de o brasileiro não ter ábito de boicotar nada. Ele continua usando o serviço mesmo que tenha atendido mal vários consumidores ou até ele mesmo. Se for uma marca ou lugar da moda, então... Pensar em boicote por falta de compromisso ecológico o social, nem pensar nesse país.
Mas aqui e ali encontramos exemplos que funcionam. Os sites Mercado Livre e Buscapé, por exemplo, tem cotação das empresas que anunciam. Eu sempre leio os comentários dos compradores antes de me decidir pela empresa. Claro que não é uma opinião negativa que me faz desistir da compra, mas ela é levada em conta na hora da decisão. Quem sabe, com o tempo, a gente transporta esse conceito para fora das compras via internet?

Por pensar assim, foi com satisfação que recebi o e-mail abaixo. Fiquei pensando, por que ao invés de mandar correntes com pirâmides ou sobre imaginárias meninas à beira da morte, as pessoas não mandam coisas úteis como essa. Vale dizer que não é uma corrente, recebi do autor, que relata sua experiência pessoal, e não retransmiti pra não virar SPAM, mas publico aqui:

EVITE ALGUNS ABORRECIMENTOS. LEIA O TEXTO ABAIXO.

O que o ócio não faz... Cá estou eu em casa, na minha cama, recuperando-me de um acidente, quando me desperta aquela vontade de fazer algo que já está atravessado na garganta há muito tempo, há alguns anos inclusive. Resolvi denunciar empresas que me fizeram passar por experiências frustrantes. Vou direto ao assunto:

CASIO

É o caso mais antigo. Em 2001, comprei uma Cassiopeia (palmtop da Casio) bem avançadinha para a época. Comprei-a no free shopping do aeroporto internacional de Buenos Aires e, mesmo assim, custou-me caro. Com um mês de uso, o equipamento deu pane. Entrei em contato com a assistência técnica da Casio e eles informaram que o produto não tinha garantia por ter sido adquirido no exterior.

Aguardei uma próxima viagem para São Paulo e lá levei o produto defeituoso para a própria Casio. Paguei caro, mas o equipamento voltou a funcionar... por um tempo menor que um mês. Um amigo meu estava se mudando para São Paulo e eu o pedi que levasse o equipamento novamente ao conserto. Dessa vez, nem autorizei o serviço pois sairia mais caro do que o valor do mesmo equipamento no Mercado Livre.

Ou seja, CASIO NUNCA MAIS!

NKS

Essa empresa é uma fraude. Há algum tempo, eu ganhei de presente um mixer TSK 540, fabricada pela NKS. Um ano se passou e a garantia expirou. Eu usava pouco o produto e, mesmo assim, uma peça plástica essencial para o seu funcionamento se partiu durante o uso. Descobri que o mixer era muito frágil, mas me dispus a concertá-lo mesmo assim.

Na assistência técnica, descobri que era impossível o conserto, pois não havia peça para reposição nem em Salvador nem em lugar nenhum do planeta. Deram-se conta? Um eletrodoméstico comprado há apenas um ano não tem mais peça de reposição. Torna-se obsoleto em tão pouco tempo.

Ou seja, NKS NUNCA MAIS! Ah! Você nunca ouviu falar na NKS? Consulte o site e confira os produtos que podem ser uma enrascada para você: www.nksonline.com.br.

PANASONIC

Confesso que até gosto dos produtos da Panasonic, mas descobri que é preciso saber comprá-los. Eu tenho uma máquina para aparar cabelo que funciona muito bem, nunca deu defeito. Contudo, um dos pentes se quebrou em uma queda quase que do chão para o chão. Pronto! Este episódio foi suficiente para eu descobrir a besteira que fiz.

Ao tentar comprar um novo pente em assistências técnicas e representantes da Panasonic em Salvador, descobri que era impossível. O representante no Brasil não comercializa acessórios de produtos importados. Importado? Como assim? Isso mesmo! Eu comprei o produto numa loja em Salvador, sem saber que era importado.

Tentei encontrar uma solução em nova viagem para São Paulo, mas não adiantou. O pior de tudo foi a justificativa do representante da Panasonic: o custo da importação de acessórios torna o negócio não atraente, pois não gera lucro. É... tá certo! O cliente que fique no prejuízo. Se você comprar uma máquina desse tipo e o pente se quebrar logo em seguida, não há solução. Você perdeu dinheiro.

Ou seja, PANASONIC? Talvez. Mas importados NUNCA MAIS.


Em meu ímpeto delatório, quase esqueci da SHARP. Seria uma falha imperdoável. A empresa até possui revenda e assistência técnica autorizada em alguns pontos do país, mas não possui mais representação. Isso mesmo: a Sharp deixou o Brasil. Portanto, se você tiver algum aparelho que necessite de troca de peças, reze para que ainda haja estoque em algum lugar. Caso contrário, amargará longa espera e preços altos.

Um grande abraço,
Gésner

4 comentários:

  1. Obrigado pelo espaço!

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  2. Se prestarmos bem atenção, quase todos os serviços hoje em dia são de péssima qualidade. A gente acaba ficando sem opção...
    Abraços,

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  3. ai, caramba, ate esqueci o que ia falar. Sharp, putz ;/

    posso fazer um comentario?
    nossa, o cara, alem de super talentoso, escreve bem.


    ;D
    =x
    =*

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  4. Ué..
    Consegui, não sei como estragar a filmadora Sony.. ah.. lembrei, ela queimou! Queimou justamente a pecinha mais cara do corpinho dela! Concerto mais caro que uma nova..
    Ou seja, descartável!
    Devia vir junto com as informações sobre o produto : "Muitíssimo delicado, funciona no máximo um ano"

    Abração Dja!

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