Se isso irritar o Papa, já valeu a pena. O lance é o seguinte, se a gente entrar no site abaixo, a gente ajuda o rapaz a perder a virgindade. Como? Só indo lá pra ver:
Primeira Barbie A notícia de que Barbie se separou de Ken para ficar com o surfista australiano chamado Blaine, não me chocou nem um pouco. Pouca gente sabe, mas a boneca Barbie não é nenhuma santinha e esse não é o primeiro corno que Ken leva. Barbie já teve um amante brasileiro chamado Bob. O dinheiro e o prestígio da boneca megastar conseguiram apagar essa mancha do seu passado. O caso aconteceu nos 80, e não seria perdoado, como hoje. Tal como acontece com Xuxa e seu filme pedófilo, não se encontram referências de Bob na internet, nem no site da Estrela, sua criadora, nem na imprensa em geral. Alguns artigos sobre o rompimento falam inclusive dos 47 anos que o casal Barbie e Ken passaram juntos. Nem no Guia dos Curiosos, que fala sobre tudo de desimportante nesse mundo, encontrei uma linha sequer sobre Bob. O mesmo acontece no site da Mattel e em outros que falam sobre a boneca. Alguns indícios de existência de Bob são as distrações indis...
Em 2017, se falou muito sobre pedofilia. Infelizmente, não foi uma discussão sobre como tratar os pedófilos evitando que cometam crimes de abuso contra crianças. Também não estavam preocupados com as meninas abusadas sexualmente por pais, parentes ou por redes organizadas de exploração de prostituição comandadas por políticos no Amazonas. Tampouco se interessaram pelos meninos entregues aos padres pelas suas próprias famílias e que são abusados por uma figura de autoridade que eles sequer podem denunciar em casa. Infelizmente, o assunto não girou sobre a indústria que gira em torno da produção e comércio de imagens pornográficas envolvendo crianças. Não, a gritaria geral foi contra quadros. Quadros que foram acusados de pedofilia porque: a) se vistos por crianças poderiam gerar nelas uma sexualidade precoce e b) retratavam crianças e se vistos por pedófilos gerariam neles um desejo sexual. Eu também resolvi falar sobre pedofilia. Não sobre o crime de estupr...
Em 1995, eu mal tinha 6 pessoas para quem enviar um email, mas já estava em uma rede social chamada Community Ware. Era pouco mais do que um fórum de debates, mas as pessoas podiam ingressar em comunidades para se conectar com pessoas com mesmo interesse. Não sei se a proposta era muito nova ou eu que tenho interesses muito específicos, mas as comunidades das quais eu participava não chegavam a ter 12 pessoas. Logo me desinteressei por aquilo e meus contatos com pessoas estranhas pela internet se restringiram às salas de Bate-Papo, onde tinha que conviver com pessoas que se apelidavam de "Moranguinho", "Zé Colmeia", sempre seguidos de números, e outros que tais. Naquela época já se discutia a valentia das pessoas que se escondiam atrás do, até então absoluto, anonimato da internet. Aí descobri o mIRC. Tinha canais onde pessoas tinham interesses comuns, não tinha toda a resolução gráfica dos chats, era pra conversar (ou paquerar, a depender do canal). E tinham...
Menino, eu sabia do site e da aposta, e já votei. Vou deixar um coimentario por lá que se não der certo, eu faço a caridade. Rss
ResponderExcluirBeijos